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Octávio Pato
Frequentou o ensino primário no Troviscal. Em 1924 foi para a Escola Agrícola de Coimbra, interrompendo posteriormente o curso para frequentar o 6º e 7º ano no Liceu de Aveiro, após os quais regressou à Escola Agrícola de Coimbra, tendo acabado o curso em 1935, com a classificação de 15 valores. Ainda durante o estágio foi convidado a trabalhar em Aveiro com a Drª. Matilde Bem Saúde, nos serviços Fitopatológicos. Posteriormente foi para o Porto para a inspecção das padarias e posteriormente como Técnico de vinhos na Companhia Velha (Porto), seguindo em 1938 para o Posto Vitivinícola da Régua. Em 1939, foi agraciado, com um louvor publicado no Diário do Governo pela sua competência e assiduidade ao serviço e promovido por mérito a Regente Agrícola de 2ª Classe. De 1941 a 1944, esteve na 4ª brigada técnica de Aveiro. Em 1944 deixou os serviços estatais, para trabalhar com seu pai, o Eng. Mário Pato, regressando aos serviços do Estado em 1945, quando foi nomeado para a Estação Agronómica Nacional, onde se manteve até à sua aposentação. Em 1961, foi promovido a Regente Agrícola de 1ª Classe. Durante quinze anos a partir de 1962, prestou assistência técnica à Sociedade Abel Pereira da Fonseca (em Lisboa). Em 1975, de colaboração com o Eng. Melchior Barata de Tovar, fez o estudo técnico que serviu de base para a demarcação da Região Vitivinícola da Bairrada. Trabalhou como enólogo nas Adegas da Província da Estremadura e prestou assistência técnica a muitas adegas particulares da Estremadura, Alentejo e Ribatejo. Foi homenageado enquanto colaborador da "Vida Rural", por leitores e agricultores. Em 1984, foi homenageado pela Associação Portuguesa de Enologia. Na sua permanência na Estação Agronómica Nacional executou trabalhos de investigação sendo alguns publicados. Foi consultor e colaborador enológico em: Faleceu na Mamarrosa, Concelho de Oliveira do Bairro a 19 de Fevereiro de 1994. Publicou:
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